top of page

Sua ETE no limite de capacidade? O tratamento terceirizado pode ser uma alternativa

Foto do escritor: Marcos Rodrigues
Marcos Rodrigues
há 18 horas
4 min de leitura
caminhão descarregando efluente na DMB para ser tratado de maneira terceirizada.

A produção aumentou, mas a capacidade da estação de tratamento de efluentes continuou a mesma?


Essa situação pode acontecer em diferentes operações. Aumento de produção, sazonalidade, mudanças no processo ou paradas para manutenção podem fazer com que a ETE opere próxima ou acima da capacidade para a qual foi dimensionada.


Quando isso acontece, a empresa não precisa necessariamente esperar o problema comprometer a operação para buscar uma solução.


O tratamento terceirizado de efluentes pode funcionar como uma alternativa complementar, permitindo encaminhar determinados volumes para uma unidade externa especializada e ambientalmente regularizada.


Neste artigo, você vai entender:


  • O que fazer quando a ETE está próxima do limite?

  • Quando o tratamento terceirizado pode complementar uma ETE própria?

  • Em quais situações vale a pena ter uma alternativa externa?

  • Como consultar a possibilidade de tratamento na DMB?


Como identificar que a ETE está próxima do limite?


Uma estação de tratamento é projetada considerando condições específicas de vazão e características do efluente.


O problema é que a operação da empresa pode mudar.


A produção aumenta, novos produtos são incorporados, processos de lavagem são alterados ou determinadas épocas do ano provocam maior geração de efluentes.


Por isso, não basta observar apenas o volume.


Mudanças de vazão, carga orgânica, composição e demais características do efluente também podem interferir no desempenho do tratamento.


Quando a estrutura começa a trabalhar próxima de seus limites, é importante avaliar as causas e planejar alternativas antes que a situação se transforme em uma emergência operacional.


Situações em que o tratamento terceirizado pode ajudar


1. Aumento de produção


Uma empresa pode ampliar sua capacidade produtiva mais rapidamente do que consegue ampliar sua infraestrutura de tratamento. Ou seja, ETE no limite de capacidade.


Nesse intervalo, o tratamento externo pode ser avaliado como uma alternativa complementar para determinados volumes, enquanto a empresa estrutura uma solução definitiva.


2. Picos sazonais de geração


Algumas atividades apresentam períodos específicos de maior produção e, consequentemente, maior geração de efluentes.


Nesses casos, dimensionar toda a estrutura apenas para atender ao pico pode não ser a única estratégia possível.


O tratamento terceirizado pode ser avaliado para absorver parte dessa demanda adicional.


3. Manutenção ou parada da ETE


Bombas, sistemas de aeração, flotadores e outros equipamentos precisam de manutenção.


Quando uma intervenção reduz temporariamente a capacidade de tratamento, possuir uma alternativa externa previamente avaliada pode contribuir para o planejamento da operação.


4. Correntes específicas de efluentes


Nem todos os efluentes gerados dentro de uma mesma empresa apresentam as mesmas características.


Dependendo do processo, pode ser interessante avaliar separadamente determinadas correntes e verificar a possibilidade de tratamento externo.


Em qualquer situação, a compatibilidade do efluente com a unidade receptora precisa ser previamente analisada.


Terceirizar não significa substituir sua ETE


Esse é um ponto importante.


Uma empresa pode possuir uma estação de tratamento própria e, ainda assim, utilizar o tratamento terceirizado de forma complementar.


A alternativa externa pode fazer parte de um plano de contingência, atender períodos de maior geração ou oferecer flexibilidade durante intervenções na estrutura existente.


O objetivo não é necessariamente substituir aquilo que já funciona.


É aumentar as alternativas disponíveis para a gestão dos efluentes.


E quanto antes essas possibilidades forem avaliadas, maior tende a ser a capacidade de planejamento.


Não espere a ETE atingir o limite para começar a procurar uma alternativa.


Como funciona o recebimento de efluentes pela DMB?


A DMB possui unidade de tratamento em Londrina, Paraná, e atua no recebimento e tratamento de efluentes líquidos não perigosos.


Antes do recebimento de um novo efluente, são avaliadas informações sobre sua origem, processo gerador, volume e características, verificando sua compatibilidade com o sistema de tratamento da DMB.


Dependendo do caso, informações complementares, análises e amostras podem ser necessárias para essa avaliação.


Embora a localização da unidade favoreça principalmente empresas de Londrina e das regiões Norte e Noroeste do Paraná, geradores de outras regiões do estado também podem consultar a viabilidade de recebimento.


Sua empresa está enfrentando limitações no tratamento de efluentes?


Se a produção aumentou, sua ETE está próxima da capacidade, existe uma manutenção programada ou sua empresa deseja conhecer previamente uma alternativa externa, o melhor momento para avaliar as possibilidades é antes de surgir uma emergência.


A DMB pode avaliar as características do efluente e verificar a possibilidade de recebimento e tratamento.


Sua empresa gera efluentes? A DMB recebe e trata.


📍 DMB Tratamento de Efluentes e Resíduos | Londrina – PR📞 (43) 3341-3803 – WhatsApp



Perguntas frequentes:


O que fazer quando a ETE está no limite da capacidade?

O primeiro passo é identificar a causa da limitação, considerando aspectos como vazão, características do efluente, carga recebida e condições operacionais. Dependendo da situação, o tratamento externo de parte dos efluentes pode ser avaliado como alternativa complementar.


Uma empresa que possui ETE pode terceirizar parte do tratamento?

O tratamento terceirizado pode ser avaliado para situações como aumento temporário da geração, manutenção, sazonalidade ou determinadas correntes de efluentes, observando as condições técnicas, operacionais e ambientais aplicáveis.


É possível utilizar tratamento externo durante a manutenção da ETE?

Dependendo das características do efluente e da disponibilidade de uma unidade receptora compatível, o tratamento externo pode fazer parte do planejamento para períodos de manutenção ou redução temporária da capacidade interna.


A DMB recebe efluentes de empresas que já possuem ETE?

Sim. A existência de uma ETE própria não impede a avaliação de tratamento complementar. A DMB analisa previamente as características do efluente e sua compatibilidade com o sistema de tratamento antes de aprovar o recebimento.

Comentários


Todos os direitos reservados à DMB Tratamento de Efluentes e Resíduos.

Todos os direitos reservados à DMB Tratamento de Efluentes e Resíduos.

INSTAGRAM

Rod. Celso Garcia Cid, 17.385   KM 367 - Toyo Sen I (08h às 18h)

Site desenvolvido por:
logo leme23 branco.png
Logo branco.png

Site desenvolvido por:

logo leme23 branco.png
Logo branco.png
Untitled.png
bottom of page