Tratamento terceirizado de efluentes: quando essa solução faz sentido para sua empresa?
- Marcos Rodrigues

- há 1 dia
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Toda empresa que gera efluentes precisa responder a uma questão fundamental: como garantir que esse material seja tratado de forma adequada, segura e compatível com as exigências ambientais?
Em muitas operações, existe uma estação de tratamento própria capaz de atender normalmente à demanda. Em outras, o tratamento interno pode enfrentar limitações de capacidade, oscilações de produção, manutenções, mudanças nas características do efluente ou situações específicas que exigem uma alternativa, desviando o foco da atividade principal.
Há ainda empresas que, pelas características de sua operação, simplesmente não possuem estrutura própria para realizar determinadas etapas de tratamento.
Nesses casos, o tratamento terceirizado de efluentes pode fazer parte da estratégia de gestão ambiental da empresa.
Mais do que uma solução para situações emergenciais, a destinação para uma unidade especializada pode proporcionar maior previsibilidade operacional, segurança ambiental e flexibilidade para o gerador.
Mas quando essa alternativa realmente faz sentido?
Neste artigo, você vai entender:
O que é tratamento terceirizado de efluentes e como ele funciona?
Quando vale a pena terceirizar o tratamento de efluentes da empresa?
Minha empresa já possui ETE. Ainda assim posso utilizar tratamento terceirizado?
Onde encontrar uma empresa para tratamento terceirizado de efluentes no Paraná?
O que é o tratamento terceirizado de efluentes?
O tratamento terceirizado ocorre quando uma empresa encaminha seus efluentes para tratamento em uma unidade externa tecnicamente preparada e ambientalmente regularizada para recebê-los.
Nesse modelo, o gerador não precisa necessariamente realizar todo o tratamento dentro de sua própria planta.
Dependendo das características do efluente, da operação e das condições aplicáveis, o material pode ser encaminhado para uma empresa especializada, que realiza seu recebimento e tratamento.
Isso permite que o gerador conte com uma alternativa externa de tratamento, seja de maneira recorrente, complementar ou para atender situações específicas.
É importante destacar que o recebimento depende das características do material. Por isso, a avaliação prévia de compatibilidade do efluente com o sistema de tratamento é uma etapa fundamental.
Quando o tratamento terceirizado pode fazer sentido?
Não existe uma única situação.
Cada operação possui características próprias, mas existem alguns cenários em que contar com uma alternativa externa pode ser especialmente importante.
1. Quando a empresa não possui estação de tratamento própria
Nem toda atividade possui volume, estrutura ou necessidade operacional que justifique a implantação de uma estação própria para determinadas correntes de efluentes.
Nessas situações, o tratamento terceirizado pode representar uma alternativa para realizar a destinação adequada sem que a empresa precise estruturar internamente todo o processo.
2. Quando a ETE não consegue atender toda a demanda
Uma estação de tratamento é projetada considerando determinadas condições de operação. Mudanças na produção podem alterar esse cenário.
O aumento temporário do volume de efluentes, expansões produtivas, sazonalidade ou alterações na carga recebida podem fazer com que a capacidade disponível deixe de ser suficiente.
Ter previamente uma alternativa de tratamento externo pode evitar que essa situação seja resolvida apenas quando já se tornou uma emergência.
3. Durante manutenções ou paradas da estação
Equipamentos precisam de manutenção.
Bombas, sistemas de aeração, flotadores, tanques e outros componentes podem demandar intervenções preventivas ou corretivas.
Quando não existe capacidade suficiente de armazenamento durante uma parada, a destinação externa de parte dos efluentes pode contribuir para a continuidade da operação enquanto os serviços necessários são realizados.
4. Em períodos de pico ou sazonalidade
Alguns setores apresentam variações significativas ao longo do ano.
Agroindústrias, indústrias de alimentos e outras atividades podem ter períodos em que a geração aumenta consideravelmente.
Dimensionar toda uma estrutura exclusivamente para atender poucos meses de pico pode não ser a única alternativa possível.
Dependendo do caso, o tratamento terceirizado pode funcionar como capacidade complementar nesses períodos.
5. Para determinadas correntes do processo
Uma mesma indústria pode gerar efluentes com origens e características diferentes.
Algumas correntes podem ser normalmente tratadas internamente, enquanto outras exigem uma avaliação específica.
Nesses casos, pode ser tecnicamente interessante analisar a possibilidade de segregar determinadas correntes e encaminhá-las para tratamento externo, sempre após a devida avaliação de suas características e compatibilidade.
Tratamento terceirizado não deve começar na emergência
Um ponto importante da gestão ambiental é justamente antecipar cenários.
Se a empresa procura uma alternativa de tratamento somente quando sua capacidade interna já foi ultrapassada, uma manutenção emergencial começou ou o armazenamento está próximo do limite, as opções disponíveis tendem a ser menores.
Por isso, empresas que possuem geração relevante de efluentes podem avaliar previamente alternativas externas, mesmo que não precisem utilizá-las imediatamente.
Conhecer fornecedores, verificar documentação, avaliar tecnicamente o efluente e entender a logística necessária cria uma espécie de plano de contingência operacional.
Quando surge uma necessidade, parte importante do caminho já foi percorrida.
Gestão ambiental eficiente não é apenas solucionar problemas. É estar preparado antes que eles aconteçam.
Como funciona o envio de efluentes para tratamento externo?
Embora cada situação precise ser analisada individualmente, o processo normalmente começa muito antes da chegada do efluente à unidade de tratamento.
O primeiro passo é conhecer o material.
Informações sobre origem, processo gerador, volume, frequência e características físico-químicas são importantes para avaliar a alternativa de tratamento.
Dependendo da situação, análises laboratoriais e amostras podem ser necessárias.
A partir dessas informações, é possível verificar a compatibilidade do efluente com o sistema de tratamento da unidade receptora.
Após a aprovação e o alinhamento das condições comerciais e operacionais, são definidos aspectos relacionados à programação do recebimento, transporte, documentação e tratamento.
Essa avaliação prévia é fundamental porque efluentes de diferentes processos podem possuir características bastante distintas.
Quais efluentes podem ser enviados para tratamento?
Não existe uma resposta única baseada apenas no segmento da empresa.
Dois geradores pertencentes ao mesmo setor podem produzir efluentes com características diferentes em razão de matérias-primas, processos produtivos, produtos utilizados e procedimentos de limpeza.
Por isso, a análise deve considerar o efluente propriamente dito, e não somente a atividade econômica do gerador.
Na DMB, o foco está no recebimento e tratamento de efluentes líquidos não perigosos, mediante avaliação prévia de compatibilidade com o sistema de tratamento.
Podem existir oportunidades de atendimento para geradores de diferentes segmentos, como chorume de aterro, indústrias de alimentos e bebidas, laticínios, agroindústrias, processamento de alimentos e outras atividades que gerem efluentes compatíveis com a operação.
A avaliação técnica é o que determina a possibilidade de recebimento.
O tratamento terceirizado substitui a gestão ambiental da empresa?
Não. A terceirização do tratamento é uma ferramenta dentro da gestão ambiental.
O gerador continua precisando conhecer aquilo que gera, manter os controles aplicáveis e assegurar que transporte, tratamento e destinação sejam realizados adequadamente.
Por isso, a escolha do prestador não deve considerar somente o preço.
Regularidade ambiental, capacidade técnica, compatibilidade do tratamento, documentação, rastreabilidade e segurança operacional precisam fazer parte da decisão.
Terceirizar o tratamento não significa terceirizar a responsabilidade pela gestão.
Significa incorporar um parceiro especializado ao processo.
Quanto custa terceirizar o tratamento de efluentes?
Essa é uma das primeiras perguntas feitas por empresas que avaliam essa alternativa — e não existe um valor único. Mas a média do mercado varia de 70 a 150 reais por tonelada, somente para o tratamento de efluentes não perigosos. Menos do que isso, desconfie para onde seu efluente está indo.
O custo pode variar conforme fatores como volume, características do efluente, frequência de recebimento, necessidade de transporte, distância do gerador e complexidade operacional envolvida no tratamento.
Por isso, uma proposta adequada depende da avaliação de cada situação.
Também é importante evitar uma análise baseada somente no preço por metro cúbico ou tonelada.
Dependendo do cenário, devem ser considerados custos relacionados a transporte, armazenamento, operação interna, manutenção da ETE, necessidade de expansão, riscos de parada e capacidade disponível.
A comparação mais adequada é aquela que considera o custo total da solução.
Tratamento de efluentes em Londrina para empresas de todo o Paraná
A DMB Tratamento de Efluentes e Resíduos possui sua unidade de tratamento em Londrina, Paraná, e atua no recebimento e tratamento terceirizado de efluentes líquidos não perigosos.
Embora a proximidade torne o atendimento especialmente competitivo para empresas de Londrina e das regiões Norte e Noroeste do Paraná, a possibilidade de recebimento não está limitada a essas regiões, mas para o estado todo.
Geradores de diferentes localidades do Paraná podem consultar a DMB para avaliação da viabilidade de tratamento.
Cada novo efluente passa por uma análise de compatibilidade antes de sua aprovação para recebimento.
Essa avaliação permite verificar as características do material e sua adequação ao sistema de tratamento disponível.
Sua empresa precisa destinar efluentes?
Se sua empresa possui efluentes que precisam de tratamento externo, está enfrentando limitações em sua ETE, prevê aumento de produção, realizará uma manutenção ou simplesmente deseja conhecer uma alternativa de tratamento, o ideal é fazer essa avaliação antes que exista uma situação emergencial.
A primeira pergunta não precisa ser: “Quanto custa tratar?”
Pode ser: “Esse efluente pode ser recebido e tratado pela DMB?”
A partir dessa resposta, é possível avaliar volumes, frequência, logística e condições comerciais.
Sua empresa gera efluentes? A DMB recebe e trata.
Entre em contato com nossa equipe para avaliar a compatibilidade e a viabilidade de recebimento.
DMB Tratamento de Efluentes e Resíduos
📍 Londrina – Paraná
📞 (43) 3341-3803






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